Apoio acadêmico

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Brasília - DF

ASSUNTOS QUE ABORDAM A CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO:

TECNOLOGIA, ECONOMIA, GESTÃO HUMANA E MUITO MAIS!!!

FONTE DE INSPIRAÇÃO:

"Muito melhor é ousar grandes feitos, obter gloriosos triunfos, mesmo salpicados de falhas, do que se alinhar com aqueles pobres espíritos que nem se alegram muito nem sofrem muito, pois eles vivem em um crepúsculo cinzento que não conhece vitória ou derrota."

Theodore Roosevelt

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A mudança na competência


A aparição dos negócios baseados no conhecimento abalou grande parte do pensamento econômico tradicional.

As fronteiras industriais tradicionais estão cada vez mais estreitas. Na atualidade, são muitas as empresas que abrangem várias categorias industriais e unem as suas forças com sócios que tem esferas de atividade igualmente amplas. Todas as empresas procuram estabelecer as suas próprias redes globais que podem utilizar para atrair outros sócios e assim reforçar as suas posições competitivas.
O modelo econômico da pós-revolução industrial, que apóia o pensamento tradicional de gestão e proporciona o marco para a maioria dos sistemas contáveis, está se tornando rapidamente inoperante, à medida que os novos gestores empreendem ações competitivas; mesmo assim, os primeiros economistas não imaginaram que a vantagem competitiva se basearia na velocidade, na inovação, no serviço e na personalização, assim como no volume, na escala e no baixo custo. Mas, acima de tudo, estes modelos mecânicos não podem encontrar fórmulas matemáticas que possam simular os efeitos da confiança, da lealdade e o poder das relações: os fatores críticos que determinam o êxito da nova economia. Encontrar os empregados, fornecedores, clientes e sócios adequados, promover a confiança entre eles e desenhar o sistema adequado de medidas e recompensas, terá um impacto sobre a atuação da nova economia, muito maior que os modelos baseados no custo-volume-beneficio.
Uma nova visão de emprego
A revolução industrial criou um conceito completamente novo, o da "massificação", no qual encontramos a produção em massa , os mercados de massa, o consumo massivo, os meios de informação de massa, os partidos políticos de massas, a religião de massas e as armas de destruição massivas.
No auge do seu poder, final dos anos 50, início dos anos 60, quinhentas gigantescas empresas norte-americanas produziram metade do produto industrial da nação e empregaram mais de 12% da força de trabalho. Nos anos setenta, 90% da população ativa trabalhava para organizações e, para muita gente, sobretudo no Japão a sua carreira profissional baseava -se em trabalhar toda a sua vida para uma mesma empresa. Uma nova economia surgia e com ela a tendência inversa , isto é, até à desmassificação, em que as fábricas, as cidades e até as nações retrocederão, e os interesse minoritários estarão em primeiro plano.
É suficiente constatar o recente período da redução do tamanho, a proliferação de canais de televisão de mercados-nicho, no mundo e o crescimento explosivo da Internet, para confirmar o que está previsto para o futuro. De fato numerosos escritores sugerem que estamos entrando numa espiral descendente de um numero menor de postos de trabalho, empresas em quebra, em ultima análise, mal-estar social. A força impulsionadora primária é a reengenharia do trabalho e o deslocamento dos trabalhos de rotina pela tecnologia. Praticamente todas as reengenharias aumentam drasticamente o desemprego.

Os postos de trabalho não só desaparecem, como também está mudando o modo como se realiza o trabalho que fica. O mundo tradicional dos postos de trabalho baseados na carreira, com contratos de trabalho, direito a férias e reformas e estruturas de promoção claramente definidas, está a dando lugar ao trabalho por contrato, equipes de projeto, e muitos outros tipos de atividades de grupos de trabalho independentes, que com freqüência se encontram separadas da própria organização.
Quando as pessoas contemplam o seu futuro no novo mercado de trabalho, devem ter clara uma coisa: têm de aprender a ser mais independentes e tomar as rédeas do desenvolvimento das suas carreiras. Isto significa que têm que assegurar que o seu conhecimento seja atual e útil.
Como conseqüência, a aprendizagem contínua deve converter-se numa parte essencial do seu desenvolvimento. Um mundo mais fraturado, composto de umas poucas mas grandes empresas apoiadas por redes de pequenos negócios independentes, que partilham e trocam conhecimentos com os seus parceiros corporativos será, possivelmente, o modelo da nova economia.

Alano Nogueira Matias é doutor em Administração pela Universidade do Estado de Iowa/ USA, mestre em Administração pela Universidade Santo Amaro, especialista em Marketing e Recursos Humanos pela UFRJ e em EAD pela Universidade de Brasília e Bacharel em Administração. É Professor titular da Universidade Católica de Brasília e do UniCEUB, consultor associada da FGV, do Instituto Publics e da HR consultoria.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

MOMENTO CLIPPING - VANTAGENS EM PARTICIPAR DE UMA EMPRESA JUNIOR

A idéia de empresa júnior foi trazida ao Brasil pela Câmara de Comércio França-Brasil

»Como surgiu ?

A primeira empresa júnior surgiu na França em 1967, na ESSEC (L'Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris). Em 1986, quando já existiam mais de 100 empresas juniores francesas, o conceito começou a difundir-se pelo restante da Europa, onde encontrou novos formatos e ocasionou, em 1990, a criação da confederação européia de empresas juniores, a JADE (Junior Association for Development in Europe).

Hoje, existem empresas juniores por todo mundo, em pelo menos quatro continentes. Na França, onde é mais antigo, conta com cerca de 115 empresas juniores, que movimentam anualmente mais de 20 milhões de dólares, e envolvem diretamente cerca de 20.000 estudantes.
A idéia de empresa júnior foi trazida ao Brasil pela Câmara de Comércio França-Brasil, que em 1987 publicou um anúncio num jornal convocando jovens interessados em implantar uma empresa júnior. A anuncio deu resultado, e já nos anos seguintes, após viagens para a Europa, enfrentar burocracias e a oposição de muitas pessoas, surgiam as três primeiras empresas juniores do país: EJ-FGV, Júnior FAAP e Júnior Poli Estudos.

Em 1990, essas três empresas juniores, e mais os recém formados Júnior Mackenzie, GEPEA, Júnior 3E e Mauá Júnior, fundaram a FEJESP, primeira federação de empresas juniores das Américas. Poucos anos depois foram criadas a FEJESBA (Bahia) e a FEJESC (Santa Catarina).
Direitos Autorais protegidos pela legislação internacional. A reprodução parcial ou total é permitida apenas com a devida citação da fonte.

»O que é ?

Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, e que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a supervisão de professores e profissionais especializados."

A Empresa Júnior tem a natureza de uma empresa real, com Diretoria Executiva, Conselho de Administração, estatuto e regimentos próprios, com uma gestão autônoma em relação à Direção da Faculdade, Centro Acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.

Tem como principais objetivos:

• Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica.

• Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno.

• Intensificar o relacionamento Empresa/Escola.

• Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho.

• Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis.

• Valorizar a instituição de ensino como um todo no mercado de trabalho.

Clientes

Seus clientes principais são:

a) Aluno

É o principal cliente da Empresa Júnior, cuja missão é buscar seu desenvolvimento pessoal, profissional e acadêmico através da prestação de serviços de qualidade.

b) Micro, pequenas e médias empresas

As Empresas Juniores tornam acessíveis os serviços de consultoria a este segmento, uma vez que o custo de um projeto é bem inferior ao de uma empresa de consultoria de grande porte, já que as Empresas Juniores se utilizam exclusivamente de estudantes. A qualidade do serviço é garantida pela orientação dos professores das escolas onde estas empresas estão estabelecidas, ou ainda pelo auxílio de profissionais da área.

c) Instituição de Ensino

As Instituições de Ensino Superior que contam com Empresas Juniores, além da possibilidade de oferecer uma oportunidade diferenciada de desenvolvimento para o aluno, são favorecidas pela divulgação que o trabalho da Empresa Júnior garante ao seu nome.
Direitos Autorais protegidos pela legislação internacional. A reprodução parcial ou total é permitida apenas com a devida citação da fonte.

» Porque ser um Empresário Júmior ?

Num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, é primordial que os estudantes busquem diferenciar-se cada vez antes. É uma tendência cada vez mais forte, assim como já ocorre em larga escala na Europa, que as empresas vejam a experiência em uma empresa júnior como um ótimo diferencial, demonstrando, além do aprimoramento obtido pelo trabalho júnior, a proatividade do aluno.

Uma Empresa Júnior complementa a formação acadêmica de um estudante em vários aspectos, pois proporciona a ele experiências como:

• Administração de uma empresa

• Organização do trabalho em equipe

• Delegação de responsabilidades

• Participação efetiva em reuniões de trabalho

• Negociação com clientes, patrocinadores, fornecedores e parceiros

• Exercícios de atividades financeiras e contábeis de uma empresa

• Decisões sobre políticas de imagem e prospecção de negócios

• Contato direto com problemas e situações da realidade empresarial

» Porque contratar a MUNDO ADM CONSULTORIA JR.?

A MUNDO ADM JR presta serviços de consultoria e desenvolvimento nas diversas áreas de formação às quais estão ligadas.
O trabalho é desenvolvido exclusivamente por alunos da instituição de ensino, que recebem a devida orientação de professores para a realização dos trabalhos, garantindo a qualidade do serviço. Além do auxílio do professor, o aluno também possui acesso à infra-estrutura da escola para auxiliá-lo no projeto.

O custo dos projetos é bem reduzido quando comparado ao restante do mercado, tornando acessíveis os serviços a micro e pequenas empresas, ou até a pessoas físicas, que não teriam condições para pagar o preço de outro tipo de empresa. Dentre os motivos, podemos citar: As empresas juniores não têm fins lucrativos; trabalham exclusivamente com alunos; muitos de seus custos são reduzidos com o apoio da instituição de ensino.

Além de tudo isso, a MUNDO ADM JR. possui alguns diferenciais. Seus trabalhos em breve serão regulamentados pela CONCENTRO (empresa responsável pela regulamentação e o processo de federalizar as empresas júniores do centro-oeste brasileiro), o detalhe intrínseco que garantirá a qualidade dos serviços prestados pela empresa. A CONCENTRO também atua como órgão de defesa do contratante. A MUNDO ADM JR. será federada em breve conforme o trâmite do processo de ascenção no mercado, diferencia-se ainda pela preocupação demonstrada com o MEJ (Movimento Empresa Júnior) pelo Brasil e pelo mundo.

Fonte (com breves alterações):
CFA - CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

MOMENTO CLIPPING - EMPRESA JÚNIOR

Sua empresa é pequena? Contrate uma empresa júnior!

Você já pensou como seria bom se sua empresa pudesse fazer uma campanha de marketing ou, quem sabe,contratar uma consultoria em finanças? Se já pensou, talvez tenha desistido antes de começar por achar que essas coisas são muita areia para o seu caminhãozinho. De fato, o preço desse tipo de serviço é proporcionalmente muito alto para uma pequena empresa, mas existe uma alternativa confiável e relativamente barata: as empresas juniores. Elas funcionam dentro de universidades e faculdades, sendo formadas por estudantes, que atuam sob a coordenação de professores na prestação de serviços ao mercado.

Há quem olhe com desconfiança um trabalho desse porte executado por alunos, mas é bom levar em conta que jovens podem não ter vivência, mas talento não depende disso. Um bom exemplo é a Nike. Não há quem veja o logo e não identifique imediatamente a marca. O mundialmente conhecido símbolo, que lembra uma meia-lua um tanto torta, custou meros 35 dólares. Foi criado em 1971 por Carolyn Davidson, aluna da Universidade de Portland, nos Estados Unidos. Na época, o fundador da Nike, Phil Knight, expunha seus tênis no porta-malas do seu automóvel e jamais teria dinheiro para contratar uma empresa especializada. Por isso, encomendou o projeto gráfico a uma estudante.

Como fazer?

Boa parte das principais instituições de ensino superior do país conta com uma empresa júnior, com prestação de serviços nas mais diversas áreas, de computação, como a da Unicamp, e marketing, como a da ESPM. O aluno lucra porque coloca em prática o aprendizado da escola, e o cliente ganha também por ter acesso a um serviço de qualidade por um preço mais em
conta. A fim de garantir um excelente aprendizado e serviço, todo o trabalho executado tem o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento. Esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas – embora o mercado maior seja o de micro e pequenas. As empresas juniores estão reunidas numa confederação, a Brasil Júnior, que regula e fiscaliza suas atividades. No site entidade, há uma lista com links das confederadas, o que facilita a sua busca. É importante levar em conta, porém, não existem milagres. Por isso, antes de contratar os serviços de uma empresa júnior, você deve tomar os mesmos cuidados que tomaria ao contratar um fornecedor:

1. Peça um orçamento
2. Compare preços
3. Negocie
4. Defina cronogramas e cobre

A Empresa Júnior NÃO têm como objetivos:

- Captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades;


- Captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades;


- Elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da Sociedade;


- Aplicações financeiras com fins de acumulação de capital.

Fonte:


BLOG DOS EMPREENDEDORES