domingo, 31 de agosto de 2014

KANBAN

                                       
 O Kanban é um sistema de produção desenvolvida pelo engenheiro chefe da Toyota Taiichi Ohno, a idéia veio após uma visita da Toyota ao EUA, apesar de visitar as montadoras da FORD que era a principal indústria de automóvel na década de 50, foi nos supermercados que Ohno teve a idéia do Kanban, observando a forma que eles abasteciam os produtos nas prateleiras de acordo que eram consumidos.
O objetivo principal do Kanban é minimizar os estoques do material em processo. O Kanban deve estar bem claro o seu papel na corporação e estabelecer regras para o seu uso (Ohno, 1997, p. 48). O quadro 1 apresenta as funções e regras do kanbam.

 
FUNÇÕES DO KANBAN
REGRAS PARA A SUA UTILIZAÇÃO
1
Fornecer informações sobre apanhar ou transportar
O processo subsequente apanha o número de itens indicados pelo Kanban no processo precedente.
2
Fornecer informações sobre a produção
O processo inicial produz itens na quantidade e sequência indicadas pelo Kanban
3
Impedir a superprodução e o transporte excessivo
Nenhum item é produzido ou transportado sem um Kanban
4
Servir com uma ordem de fabricação do processo que os produz
Serve para fixar um Kanban às mercadorias
5
Impedir produtos defeituosos pela identificação do processo que o produz
Produtos defeituosos não são enviados para o processo seguinte. O resultado é mercadorias 100% livres de defeitos.
6
Revelar problemas existentes e mantém o controle de estoques.
Reduzir números de defeitos
                                                       Funções e regras do Kanban
                                                         Fonte: Ohno (1997, p. 48).

Para minimizar os estoques de bens acabados, o Kanban é orientado pela demanda do cliente. Por essa razão é utilizado um sistema de puxar, no qual os processos se sucedem e os posteriores se alimentam dos itens que precisam, a partir dos anteriores. Como o cartão Kanban é uma autorização de fabricação, cada setor só produz as peças requisitadas, no prazo estabelecido e na quantidade do pedido. O Kanban é a principal ferramenta para se conseguir o just time e obter a flexibilidade na produção.

ESTOQUE

O estoque é definido como sendo a quantificação de qualquer item ou recurso usado em uma organização (DAVIS et al, 1999). O estoque pode ser composto por matéria-prima: itens do fornecedor que não receberam acréscimo de mão-de-obra. Produtos prontos: produtos finalizados, mas, ainda não vendido e em posse da empresa. Estoque em processo ou intermediário: produto parcialmente completo e aguardando o próximo processo.

Pode-se definir gerenciamento de estoque como a atividade que planeja e controla acúmulos de recursos transformados, conforme passam pela cadeia de suprimentos, operações e processos (SLACK et al, 2006). Todas as operações possuem algum tipo de estoque, o modo como os estoques são gerenciados determinará o equilíbrio de custo e do serviço ao cliente.

Uma das desvantagens de possuir estoque é que ele pode “esconder” problemas de qualidade e produção. A figura 1 faz uma analogia dos problemas que aparecem quando seu nível de estoque diminui.

Se a água em uma lagoa representa o estoque, as pedras no fundo da lagoa representam os problemas que poderiam ocorrer em uma empresa. Um nível elevado de água esconde os problemas. Um nível baixo expõe os problemas. (CHASE et al, 2004 p. 420).

 O estoque é um dos desperdícios do lean manufacturing, mas, é considerado somente um desperdício quando é usado desnecessariamente, pois representa desperdício de espaço físico, manutenção de estoque e perda de investimento e em alguns casos extremos até mesmo deterioração do produto.

NETWORKING

O que é Networking?

A palavra Networking vem de dois termos do inglês: “net” que significa “rede” e “working” que significa“trabalhando”, na tradução literal, trabalhando em rede.
“é a capacidade do indivíduo de atrair e conservar a atenção das pessoas e das organizações, por meio da manutenção e da ampliação da sua rede de contatos... ” BEZERRA E ALVES 2008
É uma rede de relacionamentos, onde as pessoas que fazem parte desta rede trocam informações, conhecimentos e buscam crescimento profissional.
A base do Networking é o relacionamento. Não adianta ter uma lista com nomes de pessoas poderosas e influente se não tiver relacionamento.
Dois fatores fizeram o networking ser uma ferramenta ética e bem vista pelas empresas: a decadência do sistema educacional e a descredibilidade do marketing. 
 
Tipos de rede
Rede de amigos e parentes: área pessoal.
Rede profissional: fornecedor, cliente, concorrente e etc.
Rede de empregados: destacando os “diferenciados”.
Rede Organizacional: clubes, entidade, empresas e etc. Ser um membro ativo das organizações na qual você pertence. Exemplo: presidente de turma.
Rede de Oportunidades: pessoas que não pertencem ao seu convívio habitual.
Rede de prioridades: seleção de todas as redes anteriores e saber o que pode fazer para cada um e cada um pode fazer para você.
Dicas para ter um bom Networking

Aumente seu networking com participações em cursos, workshop, feiras de exposições, palestra, visitas em clientes e fornecedores.
Conversa com pessoas.
Cartão de visita. Anotar informações importantes no verso.
Sempre estar atentos as datas de aniversário e conquistas pessoais dos membros da sua rede.Estar sempre atualizando seu status para não perde contato que pode tirar uma oportunidade.
Evitar de mandar e-mails corrente, cada e-mail tem que ser individual para que consiga passar a informação mais clara possível.