O estoque é definido como sendo a quantificação de qualquer item ou recurso usado em uma organização (DAVIS et al, 1999). O estoque pode ser composto por matéria-prima: itens do fornecedor que não receberam acréscimo de mão-de-obra. Produtos prontos: produtos finalizados, mas, ainda não vendido e em posse da empresa. Estoque em processo ou intermediário: produto parcialmente completo e aguardando o próximo processo.
Pode-se definir gerenciamento de estoque como a atividade que planeja e controla acúmulos de recursos transformados, conforme passam pela cadeia de suprimentos, operações e processos (SLACK et al, 2006). Todas as operações possuem algum tipo de estoque, o modo como os estoques são gerenciados determinará o equilíbrio de custo e do serviço ao cliente.
Uma das desvantagens de possuir estoque é que ele pode “esconder” problemas de qualidade e produção. A figura 1 faz uma analogia dos problemas que aparecem quando seu nível de estoque diminui.
Se a água em uma lagoa representa o estoque, as pedras no fundo da lagoa representam os problemas que poderiam ocorrer em uma empresa. Um nível elevado de água esconde os problemas. Um nível baixo expõe os problemas. (CHASE et al, 2004 p. 420).
O estoque é um dos desperdícios do lean manufacturing, mas, é considerado somente um desperdício quando é usado desnecessariamente, pois representa desperdício de espaço físico, manutenção de estoque e perda de investimento e em alguns casos extremos até mesmo deterioração do produto.

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